Liberdade de ser
Sentada no banco do jardim, fecha os pequenos olhos castanhos e deixa que a brisa matinal lhe traga o sorriso simpático com que brinda quem passa.
Esguia e atlética levanta-se para a sua corrida, põe os fones nos ouvidos e a musica inunda o seu mundo. De passo constante lá vai ela absorvendo tudo o que a envolve. Observa e pensa que da próxima vez trará a máquina fotográfica.
Pára. Inspira. O cheiro a mar aguça-lhe os sentidos. Desce a ravina, descalça os ténis e depressa enfia os pés na areia...a sensação de liberdade é imediata. Corre á beira mar deixando que os salpicos salgados lhe temperem a alma e libertem o ser.
A brisa bate-lhe na cara e num sorriso expontâneo mergulha na onda de alegria e liberdade de ser.

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